feat(audit): platform-tools atualizado (12f26fd) e registo de auditoria ligado
- shared/platform-tools: ea3616a → 12f26fd (27 commits). Traz o módulo de audit (f761d99, o pin da frota), «manter sessão iniciada», o registo de segurança da frota (o gancho que o login já tinha passa a funcionar) e a correção do IP do cliente encontrada nesta auditoria (último X-Forwarded-For / X-Real-IP), promovida ao partilhado. client_ip() da app delega nele. - config/functions_audit.php: audit() sobre platform_audit(); tabela audit_log criada no primeiro uso, segredos ocultados, nunca parte a ação. - Registado: login, falha de login, bloqueio por excesso de tentativas, logout, pedidos de recuperação, mudança/definição de palavra-passe, registo e criação de utilizadores, convites, perfil (antes/depois), todas as definições (db_update_setting, com valor anterior), cada passo da lixeira (apagar, restaurar, eliminar de vez) e ações nas mensagens. - Sistema → Auditoria (views/sysadmin/audit.php), só sysadmin. Co-Authored-By: Claude Opus 5.5 <noreply@anthropic.com>
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5e300fc341
commit
0e8b53f620
65 files changed
+5852
-455
No files matched your search
@@ -13,10 +13,21 @@
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//
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// A regra: toda a quinta está atrás do Nginx Proxy Manager, por isso o
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// REMOTE_ADDR é sempre o contentor do proxy (172.18.0.2) e nunca o visitante.
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// O X-Forwarded-For tem o valor certo, mas é um cabeçalho -- qualquer cliente o
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// escreve. Só se acredita nele quando TRUSTED_PROXY=true diz que há mesmo um
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// proxy à frente a reescrevê-lo; caso contrário era uma identidade forjável, e
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// qualquer limite por IP passava a valer zero.
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// Só se acredita nos cabeçalhos do proxy quando TRUSTED_PROXY=true E o pedido
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// chega mesmo de uma rede privada (o proxy); de fora, são forjáveis.
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//
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// E acredita-se no cabeçalho CERTO. O NPM faz
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// proxy_set_header X-Real-IP $remote_addr;
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// proxy_set_header X-Forwarded-For $proxy_add_x_forwarded_for;
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// ou seja, X-Real-IP é sempre reescrito com o IP que o proxy viu, e o
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// X-Forwarded-For é ACRESCENTADO ao que o cliente mandou. Esta função usava o
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// primeiro valor do X-Forwarded-For — o que o cliente escreve. Com
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// "X-Forwarded-For: 1.2.3.4" cada pedido tinha o IP que o atacante quisesse, e
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// o throttle, o IP ban e o registo de auditoria contavam identidades inventadas
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// (encontrado na auditoria do fitme3070, 25/09/2026). Agora:
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// 1. X-Real-IP, se for um IP válido;
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// 2. senão o ÚLTIMO valor do X-Forwarded-For (o que o proxy acrescentou);
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// 3. senão REMOTE_ADDR.
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if (!function_exists('platform_client_ip')) {
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/**
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@@ -28,16 +39,26 @@ if (!function_exists('platform_client_ip')) {
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? filter_var(env('TRUSTED_PROXY', 'false'), FILTER_VALIDATE_BOOLEAN)
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: filter_var(getenv('TRUSTED_PROXY') ?: 'false', FILTER_VALIDATE_BOOLEAN);
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if ($trusted && !empty($_SERVER['HTTP_X_FORWARDED_FOR'])) {
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// O primeiro da lista é o cliente; os seguintes são os proxies por
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// onde passou, e o NPM acrescenta-se ao fim.
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$first = trim(explode(',', (string) $_SERVER['HTTP_X_FORWARDED_FOR'])[0]);
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if (filter_var($first, FILTER_VALIDATE_IP)) {
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return $first;
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$remote = (string) ($_SERVER['REMOTE_ADDR'] ?? '');
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$remoteOk = $remote !== '' && filter_var($remote, FILTER_VALIDATE_IP);
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// Proxy = endereço privado/reservado (rede Docker, LAN, loopback).
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$fromProxy = $remoteOk
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&& !filter_var($remote, FILTER_VALIDATE_IP, FILTER_FLAG_NO_PRIV_RANGE | FILTER_FLAG_NO_RES_RANGE);
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if ($trusted && $fromProxy) {
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$real = trim((string) ($_SERVER['HTTP_X_REAL_IP'] ?? ''));
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if ($real !== '' && filter_var($real, FILTER_VALIDATE_IP)) {
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return $real;
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}
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if (!empty($_SERVER['HTTP_X_FORWARDED_FOR'])) {
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$hops = array_map('trim', explode(',', (string) $_SERVER['HTTP_X_FORWARDED_FOR']));
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$last = end($hops);
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if ($last !== false && filter_var($last, FILTER_VALIDATE_IP)) {
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return $last;
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}
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}
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}
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$ip = $_SERVER['REMOTE_ADDR'] ?? null;
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return ($ip && filter_var($ip, FILTER_VALIDATE_IP)) ? $ip : null;
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return $remoteOk ? $remote : null;
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}
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}
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